Ètipo - Volume IV: Estrelarmente Vago - Vida
Vida
A vida é como a água,
O coração é uma torneira.
Cai por magoada cascata,
Forma um mar de memórias,
Oceano de acontecimentos,
Como uma banheira
Enchendo-se de momentos
Importantes de uma maneira,
Odiantes por seus descontentos.
E quando se enche a banheira,
A água pára de jorrar.
A magoa pára de cair.
O mar repousa calmo a todos.
Mas lentamente
Como um plácido sol a levantar,
Tudo se evapora no ar.
(escrito entre 05/2002 e 28/02/2004)

1 Comments:
Pois..um poema que comecei a escrever pela altura do volume II..mas apenas cheguei a meio.. e não gostava da forma como tinha acabado esse bocado que tinha escrito =X durante 2 anos tentei á volta de 5 vezes terminá-lo, arranjar as palavras que se encaixassem, e adequassem para acabar a frase que me tinha ficado meia suspensa..um dia, depois de meses sem pegar nele, depois de viver algumas coisas..li-o uma vez, e as palavras vieram-me logo de tal forma que completei a frase que não conseguia completar, e escrevi ainda quase tantos versos como já estavam =)
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